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Lipoenxertia corporal

Enfermeira mostrando quatro seringas com o conteúdo de gordura.

Prática médica largamente praticada, ela dá ao cirurgião plástico a chance de remodelar áreas do corpo de cada paciente

A lipoenxertia corporal é uma técnica cirúrgica que consiste na remoção, via absorção com aparelhos específicos, da gordura corporal de determinadas partes do corpo de uma mulher ou de um homem e a posterior injeção da substância em outras partes desse mesmo corpo. Mas por quê?

Geralmente, visando preencher depressões (ou seja, cavidades) no local em que a gordura foi inserida. Ou então a intenção é destacar, via aumento de volume, certas áreas corporais.

Por exemplo, alguém pode decidir que tem os glúteos pequenos demais, e sente isso como um problema, algo que a incomoda. Então, encarrega um cirurgião plástico de retirar sobras de gordura que tenha, digamos, no abdômen e colocá-las em ambos os glúteos, em partes iguais.

Pronto: temos aí uma lipoenxertia corporal.

Na verdade, a técnica toda é mais complexa do que essa descrição. Não basta apenas transportar gordura de um ponto para outro. Não se pode, por exemplo, permitir que a região que perdeu substância adiposa fique ela mesma com uma cavidade em razão do procedimento, obviamente.

Há que se considerar ainda que, antes de injetar a gordura no local desejado pela paciente ou pelo paciente, deve-se realizar toda uma depuração do líquido para que não haja a colocação de, por exemplo, sangue ou trechos de tecido humano na região escolhida.

Apenas o material gorduroso (adiposo) pode ser usado na lipoenxertia corporal. São feitas muitas filtragens para garantir isso ao longo do processo. Como resultado, só cerca de 30% de toda a gordura extraída de um determinado ponto do corpo é de fato injetada em outro ponto.

Não por acaso, a lipoenxertia corporal também recebe o nome de lipoescultura. De fato, ela não deixa de ser até certo ponto uma técnica de embelezamento corporal que guarda semelhanças com a atividade de um escultor.

Focos corporais do procedimento

Na lipoenxertia corporal geralmente retira-se gordura da barriga, costas ou das coxas. E geralmente se insere esta mesma gordura ao redor dos olhos, nos lábios, glúteos e, quando a paciente for do gênero feminino, nos seios.

Atenção: a lipoenxertia corporal é um procedimento médico. Portanto, só pode ser realizada por médicos – de preferência, cirurgiões plásticos – devidamente identificados por seu CRM Médico (registro profissional obrigatório para todo médico que queira atuar no Brasil).

Ah, e lembre-se: este é um procedimento a ser feito, preferencialmente, em hospitais. Clínicas médicas, desde que devidamente certificadas para tanto, também podem fazê-lo. Mas jamais alguém deve se submeter a uma lipoenxertia corporal em um ambiente que não seja próprio da medicina.

Uma vez dito isto, vamos destacar os benefícios da prática para alguns órgãos específicos do organismo humano, anteriormente citados.

Nos seios

O enxerto da própria gordura pode ter por finalidade aumentar o volume dos mesmos ou suavizar o aspecto de uma prótese de silicone, dando uma aparência mais natural ao conjunto.

Nos glúteos

A técnica é usada visando aumento de porte, além da correção de assimetrias, diferenças nos tamanhos ou imperfeições nas nádegas. Ainda pode se estender às coxas, com o objetivo de dar-lhes maior definição e volume.

No rosto

a lipoenxertia corporal tem por alvo atenuar rugas ou linhas de expressão. Também é muito eficiente no restauro do volume facial, geralmente via colocação de alguma gordura nas bochechas.

Pré e pós-procedimento na lipoenxertia corporal

Usa-se anestesia geral em uma lipoescultura.

O ato cirúrgico dura de 2 a 4 horas. Recomenda-se uma internação do paciente por 24 horas, em média, para que a pessoa esteja em um ambiente seguro e controlado caso ocorra alguma complicação pós-operatória.

Mas isso é bem difícil de acontecer. A intenção da recomendação é apenas preventiva.

Usa-se micropore estéril sobre os pontos. A retirada dos pontos, por sinal, costuma se dar no período de 10 a 14 dias de pós-operatório. Não se pode dirigir um automóvel por 7 dias após o procedimento. E academias de ginástica estão proibidas para quem faz uma lipoenxertia corporal por algum tempo após a cirurgia; o médico decide de quanto será esse tempo.

E há um quesito muito importante, que deve ser levado a sério, embora por vezes não seja apreciado pelo paciente que faz uma lipoescultura: ele, ou ela, precisa usar uma cinta modeladora ininterruptamente por ao menos 90 dias após a operação.

Lipoenxertia corporal: quando fazê-la – e quando não fazê-la

A indicação para a lipoescultura, ou lipoenxertia corporal, é mais de ordem subjetiva, emocional, do que propriamente clínica.

A operação em si é bastante simples. Deve ser encarada com seriedade, tal como toda intervenção cirúrgica, é claro – mas é um procedimento absolutamente seguro, e que quase sempre entrega aquilo que promete.

Afora alguns casos extremos, nos quais a lipoenxertia corporal é não apenas contra-indicada por razões de saúde, mas também provavelmente inócua na hipótese de que seja feita (por exemplo, pessoas que sofrem de obesidade mórbida), a lipoescultura de fato melhora o aspecto físico de uma pessoa.

Cabe, porém, que o homem ou a mulher que deseja passar pelo procedimento avalie, talvez com a ajuda de um psicólogo, se o bom resultado que a lipoenxertia corporal trará deixará a pessoa feliz ou se existem problemas de ordem pessoal que a estão, por exemplo, fazendo-a nutrir uma permanente insatisfação com o próprio corpo.

Vale observar, por fim, que outros procedimentos os quais também operam a partir da retirada e/ou do deslocamento de gordura de uma parte para outra do corpo humano (por exemplo, a lipoaspiração e a lipoaspiração HD) também são bastante eficientes, e devem ser considerados por médicos e pacientes ao lado da lipoenxertia corporal.

Por falar em médicos, cirurgiões plásticos são os profissionais por excelência a estarem aptos para a realização do procedimento.

O Dr. Paolo Rubez é cirurgião plástico, formado pela Escola Paulista de Medicina/UNIFESP. Tem forte experiência, por exemplo, no combate a enxaquecas via uso da toxina botulínica (botox). E, entre os anos de 2014 e 2018, o Dr. Rubez passou por seis estágios em Cleveland, EUA, na University Hospitals, visando aprimorar-se em rinoplastia.

A lipoenxertia corporal, ou lipoescultura, é outra prática do rol de procedimentos da medicina voltados às cirurgias plásticas que o profissional domina.

Fontes:

Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica

Dr. Paolo Rubez

Dr. Paolo Rubez

Dr. Paolo Rubez

Cirurgião Plástico
CRM/SP: 124.773
RQE: 38.994
Formado pela UNIFESP, o cirurgião plástico Dr. Paolo Rubez coloca em prática toda a sua experiência em cirurgias estéticas, além de colaborar na disseminação da cirurgia de combate a enxaqueca, técnica em que é pioneiro no Brasil

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