Enxaqueca tem cura? Conheças os tipos de tratamentos

Enxaqueca tem cura? Conheças os tipos de tratamentos

De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS) a enxaqueca atinge cerca de 324 milhões de pessoas no mundo, sendo que no Brasil, 15% da população é afetada pelo problema, na maioria mulheres. A OMS ainda classificou a condição como a quarta doença crônica mais incapacitante, atrás apenas da tetraplegia, psicose e demência. A questão que fica é: enxaqueca tem cura? Por muito tempo não houve tratamentos definitivos para a enxaqueca, sendo que os medicamentos para controle da dor já instaurada e os profiláticos, para prevenção, eram as melhores alternativas para pacientes diagnosticados com Migrânea. Atualmente, entretanto, existem novas opções de tratamentos que aumentam as chances de uma cura para enxaqueca. Enxaqueca tem cura? Inicialmente, é preciso compreender que alguns dos novos tratamentos, como a cirurgia para enxaqueca e a aplicação de toxina botulínica A são opções de tratamentos mais duradouros, mas dependem bastante do tipo de cefaleia que o paciente possui, considerando local de origem da dor, intensidade e recorrência. Quais os tipos de tratamento para enxaqueca? O primeiro passo para identificar qual o tratamento mais adequado para o caso é procurar um neurologista que faça o diagnóstico correto do tipo de Migrânea de acordo com o relato do paciente e exames que possam ser solicitados. Posteriormente, o médico poderá indicar qual o tratamento mais indicado para o caso, considerando chances de sucesso e riscos associados de acordo com o quadro clínico do paciente. Conheça quatro tipos de tratamento para enxaqueca que podem ser sugeridos pelo médico responsável. Medicamentoso Uma das formas mais recorrentes de tratar a cefaleia é com medicamentos. No caso de crises de enxaqueca...
Quando a cirurgia plástica de queixo (mentoplastia) é indicada?

Quando a cirurgia plástica de queixo (mentoplastia) é indicada?

A cirurgia plástica de queixo, também chamada de mentoplastia ou genioplastia, permite remodelar e adequar a estrutura do mento, melhorando o contorno do pescoço e de todo o terço interior da face de forma a torná-lo mais harmonioso com o restante do rosto. Essa cirurgia plástica pode ser realizada tanto para aumentar, reduzir ou corrigir assimetrias na região. Conheça os tipos de cirurgias no queixo: a mentoplastia de aumento é o procedimento mais comum, e envolve a inclusão de próteses (que podem ser de silicone ou polietileno), avanço da estrutura óssea ou preenchimentos. Tratam-se de procedimentos rápidos e com boa recuperação; a mentoplastia de redução é sempre feita através da alteração da estrutura óssea do mento, diminuindo seu tamanho horizontal, vertical ou ambos; o procedimento para corrigir a assimetria do mento é realizado quando existe alguma diferença entre um lado e outro do queixo. Também pode ser feito através de cirurgia ou com uso de preenchedores. A indicação de cada procedimento depende do diagnóstico médico sobre a condição do paciente, sendo necessário realizar os exames pré-operatórios para que seja possível identificar a necessidade de tratamento. A cirurgia de redução do mento, por exemplo, não implica apenas em uma intervenção estética, sendo que as demandas funcionais também devem ser atendidas.   Em quais casos a cirurgia plástica de queixo é indicada? Existem três procedimentos possíveis para casos de mentoplastia, sendo que cada um deles é indicado quando uma condição específica é diagnosticada. São elas: macrogenia: quando o queixo é muito proeminente e desproporcionalmente maior; microgenia: quando o queixo é deficiente, ou seja, em proporções menores do que o necessário para...