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Principais causas e sintomas do desvio de septo

Principais causas e sintomas do desvio de septo

O desvio de septo é uma condição na qual a cartilagem, osso e mucosa que dividem as partes do nariz não se encontram centralizadas, pendendo para o lado esquerdo ou direito, dependendo do caso. Conhecer quais as causas e, principalmente, os sintomas do desvio de septo é fundamental para iniciar o tratamento adequado.

Inicialmente é preciso destacar que quase 80% das pessoas têm algum nível de desvio de septo, sendo que muitas vezes a condição não está relacionada com uma dificuldade maior para respirar. Assim, apenas casos mais graves exigem um tratamento específico para a condição. Veja a seguir quais as causas e sintomas.

Quais as causas do desvio de septo?

O desvio de septo pode ser causado por diferentes situações a que a pessoa é exposta ao longo da vida, portanto, ele pode surgir em diferentes momentos e com intensidades distintas. A condição também pode ser causada por predisposição genética, ou seja, quando algum membro da família também possui o desvio. Também é possível que a pessoa já nasça com a condição acarretada pelo desenvolvimento embrionário.

Outras situações que estão relacionadas com o aparecimento do desvio de septo são traumas que podem ser sofridos na face, principalmente se eles ocorrem na infância que é quando o desenvolvimento nasal ainda está ocorrendo. Entre esses traumas destacam-se:

  • quedas;
  • batidas durante a prática esportiva;
  • acidentes de automóveis;
  • choque;
  • trauma por objetos, etc.

Caso alguma dessas situações anteceda o surgimento de sintomas do desvio de septo pode-se procurar por um cirurgião plástico para verificar se houve o surgimento ou agravamento do quadro devido um dos traumas associados. Para tal, entretanto, é preciso saber como identificar o desvio de septo.

Quais os sintomas do desvio de septo?

Em muitos casos, o desvio de septo apresenta-se como assintomático, ou seja, o paciente não percebe alterações respiratórias que justifiquem procurar um médico. Isso se deve porque as fossas nasais podem ter tamanhos diferentes, mas não prejudicar a respiração ou, simplesmente pelo fato de a pessoa ter sempre respirado daquela forma e não saber que pode melhorar tratando o desvio. Os sintomas do desvio de septo estão, normalmente, relacionados com quando a condição apresenta um grau elevado de obstrução nasal o que dificulta a respiração. Os principais sintomas são:

  • retenção das secreções, com entupimento de uma das partes do nariz;
  • rinossinusite crônica;
  • apnéia do sono;
  • roncos e ruídos ao dormir;
  • cansaço devido a maior dificuldade para respirar;
  • dores de cabeça e na face;
  • sintomas de enxaqueca rinogênica;
  • sangramentos causados pelo ressecamento nasal.

Um ou mais desses sintomas pode significar que a pessoa tem desvio de septo e também que a condição é mais grave a ponto de provocar sintomas e dificultar a respiração no dia a dia.

O tratamento para desvio de septo consiste, normalmente, na septoplastia, cirurgia realizada com o objetivo de corrigir o desvio e melhorar a obstrução nasal, amenizando ou mesmo eliminando os sintomas. No entanto, apenas um médico poderá indicar se esse procedimento é o mais adequado, visto que rinites alérgicas também são causas frequentes de obstrução nasal.

Também pode ser necessário fazer a correção do desvio de septo quando o paciente pretende fazer uma rinoplastia. Essa indicação, no entanto, só pode ser feita pelo cirurgião plástico que vai avaliar o caso. Se identificar os sintomas do desvio de septo, procure um especialista.

O que é a hipertrofia de cornetos?

O que é a hipertrofia de cornetos?

O corpo humano funciona como uma máquina e, qualquer irregularidade, por mais simples que pareça, pode prejudicar um funcionamento apropriado, causando desconfortos e, inclusive, dores. A hipertrofia de cornetos, por exemplo, é uma condição pouco falada, mas que pode causar diversos prejuízos aos pacientes acometidos por esse problema.

Inicialmente é necessário entender qual a função dos cornetos, também chamados de conchas nasais ou, popularmente, “carne esponjosa”. A estrutura nasal é composta por três cornetos de cada lado, o superior, médio e inferior. Essas estruturas formadas por mucosa, tecido esponjoso e osso são responsáveis por umidificar e aquecer o ar inspirado pelas narinas para que ele chegue quente e úmido aos pulmões.

Quando funcionam adequadamente essas barreiras não apresentam nenhum prejuízo para a respiração, pelo contrário, proporcionam uma respiração mais adequada.

A hipertrofia dos cornetos ocorre quando essas estruturas apresentam um tamanho aumentado e incompatível com um bom funcionamento nasal. Nesses casos, o tamanho do corneto inferior costuma ser o que mais afeta a respiração do paciente, que pode sentir a função respiratória obstruída.

A hipertrofia de cornetos também pode estar relacionada a outras ocorrências funcionais da estrutura nasal, como desvio de septo, rinite alérgica e outras condições que podem agravar o quadro e deixar a respiração ainda mais dificultada.

Qual o tratamento para hipertrofia de cornetos?

O primeiro passo quando identificada uma obstrução nasal persistente é procurar um médico que possa diagnosticar o problema e indicar se o paciente sofre de hipertrofia de cornetos, de fato. Essa etapa é essencial para que se indique o tratamento adequado, que pode ser cirúrgico ou não. Conheça algumas opções de tratamento para a condição:

  • tratamento clínico: esse tipo de recurso é indicado quando a hipertrofia de cornetos está relacionada com uma rinite alérgica que aumenta a obstrução nasal. Nesses casos, o médico poderá prescrever medicações que sejam suficientes para amenizar os sintomas e assim promover uma diminuição dos cornetos, melhorando a obstrução das vias e também a rinite;
  • cauterização dos cornetos: esse procedimento cirúrgico é normalmente associado a uma rinoplastia estética ou a rinosseptoplastia e é indicada para casos leves e moderados de obstrução. Nele é realizada a cauterização elétrica do corneto, fazendo com que ele diminua de tamanho e libere novamente a respiração;
  • ressecção parcial dos cornetos: essa técnica também pode ser realizada juntamente com a rinoplastia ou rinosseptoplastia e consiste na retirada parcial da parte aumentada dos cornetos, desobstruindo a respiração. É indicada para casos moderados e graves da condição e, quando realizada sozinha, chama-se turbinoplastia ou turbinectomia parcial;
  • tratamento do desvio de septo nasal: em alguns casos a hipertrofia de cornetos é provocada também pelo desvio de septo nasal, sendo que o corneto aumenta do lado oposto ao desvio. Entretanto, se a hipertrofia for muito grave, a correção do desvio de septo deve ser associada à ressecção parcial dos cornetos, para uma melhora respiratória adequada.

Entender o que é a hipertrofia de cornetos é um passo importante para que seja definida a conduta adequada para o caso, pois poderá haver diferentes tratamentos se a condição estiver associada com a rinite alérgica ou com o desvio de septo, por exemplo.

O ideal é que o paciente procure auxílio especializado para determinar a gravidade da hipertrofia de cornetos e o tratamento mais adequado. Importante ressaltar que o procedimento para correção dessa condição pode ser associado à rinoplastia estética, de forma que o paciente possa fazer mudanças estéticas e funcionais no nariz sendo submetido a uma única cirurgia. Converse com um cirurgião plástico sobre essa possibilidade.

Enxaqueca crônica – mitos e verdades

Enxaqueca crônica – mitos e verdades

Muitos portadores de Migranea pesquisam sobre a condição que os afeta e acabam confusos com diversos mitos da enxaqueca crônica que dificultam entender o que realmente é verdade sobre essa condição, como ela pode ser diagnosticada e tratada.

Identificamos diferentes verdades e mitos sobre a enxaqueca crônica e preparamos uma lista com as principais informações sobre essa condição. Confira!

Mitos da enxaqueca crônica

Conheça cinco mitos da enxaqueca crônica e descubra o que é verdade ou não sobre essa doença que atinge milhões de pessoas no mundo.

Dor de cabeça crônica pode ser sintoma de tumor ou aneurisma cerebral: MITO

Pacientes que têm dor de cabeça crônica há muitos anos e com dor intensa podem ter receio de que ela seja um sintoma de um tumor ou aneurisma cerebral. No entanto, isso não ocorre. Caso o paciente esteja de fato com um aneurisma ou tumor, ainda que os sintomas iniciais possam sugerir enxaquecas, é provável que em poucas semanas surjam outros sintomas neurológicos.

Crianças não sofrem com a enxaqueca: MITO

Apesar de muitas pessoas acreditarem que a enxaqueca é um problema que afeta apenas adultos, estima-se que entre 4% e 8% das crianças sofram com essa doença. Ela costuma aparecer aos 5 anos, em média, e desaparece espontaneamente na puberdade em 40% dos casos.

Enxaqueca crônica não tem tratamento: MITO

A enxaqueca possui diversos tipos de tratamento que permitem reduzir a quantidade e intensidade das crises, como medicamentoso, alternativo, com toxina botulínica ou cirurgia para enxaqueca. Apenas um médico especialista pode prescrever o tratamento mais adequado para o paciente.

Pode-se tomar analgésicos para cefaléia sem indicação médica: MITO

Apesar de muitos medicamentos para amenizar crises de cefaleia consistirem em analgésicos simples, a prescrição deve ser realizada por um médico, uma vez que a automedicação pode agravar o quadro, tornando as dores mais intensas e frequentes.

A toxina botulínica A cura a enxaqueca crônica: MITO

Diferentemente do que muitos pacientes acreditam, a aplicação de toxina botulínica. A pode auxiliar na prevenção de crises e redução da intensidade, no entanto, esse tratamento não é capaz de tratar permanentemente a doença, e ainda deve ser repetido de 3 em 3 meses.

Verdades da enxaqueca crônica

Conheça agora algumas verdades sobre a enxaqueca crônica e melhore sua qualidade de vida tomando algumas precauções básicas, mas eficientes sobre a doença.

Quem dorme mal tem mais chances de ter o problema: VERDADE

A qualidade do sono é um aspecto muito importante para quem sofre de enxaqueca crônica. Assim, evite dormir muito mais ou menos do que o normal, ainda que precise dormir um pouco menos nos finais de semana. Horas regulares de sono todos os dias são essenciais.

Alimentos podem desencadear crises: VERDADE

Determinados tipos de alimentos como chocolate, queijo, frituras, embutidos, vinhos e outros podem provocar as crises, dependendo do quadro do paciente. Portanto, reduza o consumo desses itens quando possível.

Mulheres são mais acometidas pela enxaqueca crônica: VERDADE

Ainda que muitas causas da enxaqueca não sejam claras, as mulheres têm mais propensão a desenvolver o tipo crônico da doença. A OMS estima que 20% das mulheres no Brasil tenham a doença, enquanto a margem masculina é entre 5% e 10%.

A enxaqueca pode ser genética: VERDADE

Pesquisas indicam que a enxaqueca pode sim ser uma ocorrência hereditária e dessa forma, herdada de pais para filhos. Caso a doença afete seus pais e você comece a sentir os sintomas, procure um médico.

Hábitos saudáveis melhoram os sintomas da enxaqueca crônica: VERDADE

Muitos gatilhos de crises de enxaqueca estão diretamente relacionados com hábitos ruins, dessa forma, ter qualidade na alimentação, horas de sono e atividades físicas ajuda a minimizar as ocorrências da doença.

Agora que você já conhece essas verdades e mitos da enxaqueca crônica, procure um médico de confiança para iniciar o tratamento mais adequado para o seu caso.

Enxaqueca tem cura? Conheças os tipos de tratamentos

Enxaqueca tem cura? Conheças os tipos de tratamentos

De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS) a enxaqueca atinge cerca de 324 milhões de pessoas no mundo, sendo que no Brasil, 15% da população é afetada pelo problema, na maioria mulheres. A OMS ainda classificou a condição como a quarta doença crônica mais incapacitante, atrás apenas da tetraplegia, psicose e demência. A questão que fica é: enxaqueca tem cura?

Por muito tempo não houve tratamentos definitivos para a enxaqueca, sendo que os medicamentos para controle da dor já instaurada e os profiláticos, para prevenção, eram as melhores alternativas para pacientes diagnosticados com Migrânea. Atualmente, entretanto, existem novas opções de tratamentos que aumentam as chances de uma cura para enxaqueca.

Enxaqueca tem cura?

Inicialmente, é preciso compreender que alguns dos novos tratamentos, como a cirurgia para enxaqueca e a aplicação de toxina botulínica A são opções de tratamentos mais duradouros, mas dependem bastante do tipo de cefaleia que o paciente possui, considerando local de origem da dor, intensidade e recorrência.

Quais os tipos de tratamento para enxaqueca?

O primeiro passo para identificar qual o tratamento mais adequado para o caso é procurar um neurologista que faça o diagnóstico correto do tipo de Migrânea de acordo com o relato do paciente e exames que possam ser solicitados. Posteriormente, o médico poderá indicar qual o tratamento mais indicado para o caso, considerando chances de sucesso e riscos associados de acordo com o quadro clínico do paciente.

Conheça quatro tipos de tratamento para enxaqueca que podem ser sugeridos pelo médico responsável.

Medicamentoso

Uma das formas mais recorrentes de tratar a cefaleia é com medicamentos. No caso de crises de enxaqueca já instauradas costumam ser usados analgésicos simples e com valor bastante acessível, no entanto, eles devem ser prescritos por um médico, visto que a automedicação pode ser um agravante do quadro.

Entre os medicamentos profiláticos estão opções como antidepressivos, neuromoduladores e betabloqueadores que também devem ser prescritos pelo médico de acordo com a recorrência das crises, causa da cefaléia e quadro clínico geral do paciente.

Alternativo

Mais pacientes têm procurado a acupuntura como uma opção de tratamento baseada nas técnicas da medicina tradicional chinesa. O resultado pode ser positivo por estimular e tirar a tensão de diferentes pontos que contribuem para aumentar o relaxamento. Essa opção, entretanto, deve ser conduzida em conjunto com outros tratamentos prescritos pelo médico.

Toxina botulínica

Desde 2011, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), autorizou o uso de toxina botulínica A como alternativa preventiva para as crises da enxaqueca crônica. A substância, já usada nos tratamentos conhecidos como Botox, promove a paralisia temporária dos músculos, evitando a transmissão da dor pelo sistema nervoso central e reduzindo as ocorrências de crises.

A aplicação da substância deve ser realizada a cada três meses para que os efeitos continuem, pois o organismo absorve a substância, eliminando os efeitos dela após esse período.

Cirurgia para enxaqueca

O único tratamento definitivo para a enxaqueca consiste na cirurgia para enxaqueca desenvolvida a partir do ano de 2000 pelo médico norte-americano Bahman Guyuron. Verificou-se que a Migrânea é causada pela compressão que determinados nervos sofrem ao longo de seus trajetos, sendo que o objetivo da cirurgia é descomprimir e liberar os ramos destes nervos que, ao serem irritados pelas estruturas adjacentes, liberam neurotransmissores que provocam dor e geram as crises.

Assim, com a cirurgia é possível combater a enxaqueca que tem origem em quatro pontos principais da cabeça, sendo que para cada tipo de dor, considerando sua origem, existem técnicas específicas.

Após realizada a cirurgia de enxaqueca, as chances de o paciente voltar a ter as crises são muito menores, sendo que esse método pode ser considerado como o definitivo. Isso quer dizer que sim, a enxaqueca tem cura. No entanto, o paciente deve passar por uma consulta com um especialista para verificar se está apto a realizar esse procedimento.

Inchaço após uma cirurgia de rinoplastia

Inchaço após uma cirurgia de rinoplastia

A rinoplastia é a cirurgia plástica realizada para correções estéticas e funcionais no nariz, portanto, pessoas insatisfeitas com o formato do nariz podem se beneficiar desse procedimento. Muitas se preocupam, no entanto, com o inchaço após a rinoplastia. Apesar de não poder ser evitado, o edema pode ser minimizado com os cuidados corretos.

Cirurgias de rinoplastia nas quais são realizadas fraturas no osso nasal provocam um trauma maior, o que resulta em mais inchaço pós-cirúrgico. Ainda assim, cuidar corretamente da saúde e seguir as indicações médicas são importantes aliados para minimizar os desconfortos da recuperação.

O inchaço após a rinoplastia pode causar mais restrições alimentares e dificuldades para respirar no pós-operatório imediato, no entanto, ele tende a melhorar após as primeiras semanas.

Por quanto tempo o inchaço após rinoplastia persistirá?

Devido às diferenças entre as cirurgias, é importante que o paciente que deseja submeter-se ao método saiba que o inchaço após a rinoplastia poderá demorar mais para melhorar em algumas situações, como quando ocorre a fratura do osso nasal. Normalmente, a recuperação do edema melhora nos seguintes prazos:

  • inchaço mais intenso mantém-se por cerca de 30 dias;
  • o edema moderado continua do 2º ao 3º mês;
  • o inchaço residual pode permanecer do 4º ao 6º mês após a cirurgia.

Respeitar as indicações médicas para o pré e pós-operatório é importante para que as chances de complicação e piora do edema sejam menores. Assim, o paciente também pode seguir algumas instruções que possibilitem um inchaço mais ameno e que cause menos desconfortos. No entanto, é relevante destacar que o edema é normal após uma cirurgia plástica, não sendo possível evitá-lo completamente. Além disto, o edema varia de pessoa para pessoa e, por exemplo, pacientes com pele grossa e muito oleosa tendem a ter mais inchaço e que leva mais tempo para desaparecer.

Como cuidar do inchaço após a rinoplastia?

Os cuidados para o sucesso da rinoplastia devem ter início antes da cirurgia e continuar no pós-operatório para que o procedimento seja mais bem-sucedido e os resultados atendam melhor às expectativas do paciente. Confira algumas dicas!

Informe ao médico todos os medicamentos que faz uso

Já nas consultas antes de marcar a cirurgia é importante contar para o médico responsável quais são os medicamentos (ou suplementos) que faz uso, seja contínuo ou não. Essa etapa é muito importante, pois alguns remédios contêm substâncias que podem prejudicar a anestesia e também aumentar o sangramento durante a cirurgia. Faça uma lista completa e verifique quais deles precisam ser cortados antes e depois do procedimento.

Siga as instruções do cirurgião plástico

O médico passará uma série de instruções para antes e depois da cirurgia que devem ser seguidas à risca pelo paciente para garantir mais segurança no procedimento e também mais sucesso nos resultados obtidos.

Os cuidados incluem o que deverá ser realizado antes da cirurgia, no dia do procedimento e durante a recuperação, incluindo exames e outros cuidados.

Tenha uma alimentação saudável

A alimentação saudável é um aspecto essencial para um paciente que vai se submeter a uma cirurgia. Isso porque alguns nutrientes contribuem para uma recuperação mais rápida e para o controle do inchaço. Algumas dicas são:

  • invista em frutas e legumes que sejam ricos em fibras, pois eles ajudam no bom funcionamento intestinal, reduzindo as chances de prisão de ventre causada pelas medicações;
  • reduza o consumo de sódio antes e depois da cirurgia para reduzir o inchaço pós-cirúrgico;
  • beba muita água para manter-se hidratado;
  • evite alimentos muito quentes nos primeiros dias após a cirurgia, pois fazem aumentar o inchaço e predispor a sangramentos.

Esses cuidados são os primeiros passos para uma recuperação mais tranquila.

Pare de fumar e de consumir álcool

Tanto o cigarro como o álcool são vilões na recuperação e cicatrização adequadas. Portanto, corte esses dois componentes já nas semanas anteriores à cirurgia para garantir uma melhor recuperação e menos edemas.

Faça um repouso adequado

Após a cirurgia seguir as indicações médicas sobre repouso, alimentação e atividades permitidas é muito importante para que o inchaço diminua mais rápido. Assim, ficar com a cabeça elevada ajuda a melhorar o edema e compressas frias também podem ser benéficas.

Converse com o cirurgião plástico antes de realizar o procedimento e prepare-se melhor para tratar do inchaço após rinoplastia e obter um resultado mais satisfatório em menos tempo!

Tipos de incisões realizadas na rinoplastia

Tipos de incisões realizadas na rinoplastia

A rinoplastia, também chamada de cirurgia plástica do nariz, está entre os procedimentos estéticos mais realizados pelos brasileiros, atrás apenas da lipoaspiração e da mamoplastia. Antes de se submeter a essa cirurgia é importante que os pacientes conheçam as incisões da rinoplastia, que podem ser de diferentes tamanhos e locais.

A incisão é o corte realizado pelo cirurgião plástico para ter acesso à estrutura nasal do paciente. Ela será influenciada por diferentes aspectos, como se a rinoplastia é aberta ou fechada, quais alterações estéticas pretende-se alcançar, como é a anatomia do nariz, se serão realizadas intervenções funcionais juntamente com as estéticas etc.

Dessa forma, independentemente de conhecer as incisões da rinoplastia o paciente deve conversar com o cirurgião plástico antes de agendar o procedimento e perguntar qual será realizada no caso dele. Assim é possível realizar uma estimativa de onde e como estará a cicatriz resultante do procedimento.

Quais as principais incisões da rinoplastia?

Dada à importância da escolha da incisão para que o especialista consiga realizar as alterações estéticas e funcionais almejadas pelo paciente, assim como a influência na cicatriz resultante, explicamos a seguir nove tipos de incisões da rinoplastia. Confira!

incisões

Incisão columelar

A incisão columelar é realizada ao longo da columela (tecido mole que fica entre as narinas) em abordagens externas da rinoplastia. Essa incisão fica localizada, geralmente, entre a narina e a base da columela, sendo que pode ser realizada de diferentes formas de acordo com as indicações do especialista. O formato de V invertido ou em degrau são os mais comuns neste tipo de corte.

Incisão de transfixação

Esse tipo de incisão é mais recomendado para alterações no septo nasal, quando opta-se pela rinoplastia fechada. A incisão é realizada dos dois lados do septo membranoso.

Incisão Kilian

A incisão de Kilian é indicada quando a cirurgia é focada no septo nasal, mas sem associação com a rinoplastia. Nesses casos, são feitas incisões de 1 a 2 cm na parte de trás da extremidade caudal do septo cartilaginoso.  Ela é indicada, pois entende-se que é menos prejudicial para os mecanismos de apoio da ponta do nariz.

Incisão hemitransfixação

A incisão hemitransfixão é realizada em um dos lados do septo membranoso, estrutura que fica abaixo do septo cartilaginoso, na parte lateral do nariz.

Incisão weir/sill

Essa incisão que pode ser chamada de weir ou sill e refere-se a um termo não específico utilizado para descrever quando o corte estreita a base alar.

Incisão marginal

A incisão marginal recebe esse nome por ser feita na porção caudal (inferior) das cartilagens alares, às margens do nariz. Essa é uma opção tanto para casos de rinoplastia aberta como de fechada.

Incisão intercartilaginosa

A incisão intercartilaginosa é realizada na junção das cartilagens laterais superior e inferior do nariz. Em casos de rinoplastias fechadas para correção do dorso nasal, esse é considerado o principal acesso.

Incisão wedge

A incisão wedge é realizada entre o nariz e a bochecha e é usada quando o objetivo é estreitar a base alar.

Incisão no contorno alar

A incisão do contorno alar é feita ao longo da borda da narina, sendo bastante usada quando o objetivo é realizar a inserção de enxertos cartilaginosos durante a rinoplastia.

Conhecer quais os tipos de incisões da rinoplastia é essencial para uma decisão mais consciente sobre as características do procedimento e a escolha por fazê-lo. Lembre-se que o tipo de incisão será definido pelo cirurgião plástico de acordo com as particularidades do caso, mas o paciente tem todo o direito de ser informado sobre qual método será usado e os prós e contras dessa opção.

Rinoplastia para nariz negroide: conheça um pouco mais sobre essa cirurgia

Rinoplastia para nariz negroide: conheça um pouco mais sobre essa cirurgia

A rinoplastia para nariz negroide é uma técnica para alterar características estéticas que sejam indesejadas por pacientes de descendência negra. Assim, como pessoas de outras etnias possuem narizes bastante característicos, os negros também possuem algumas particularidades que devem ser consideradas na hora de definir como será a cirurgia plástica do nariz.

Inicialmente, o paciente interessado em uma intervenção estética deve procurar por um cirurgião plástico de confiança e devidamente registrado na Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP). A confiabilidade do profissional é fundamental para garantir uma melhor execução do procedimento e também o respeito à etnia do paciente.

Antigamente, a rinoplastia para nariz negroide era polêmica por afirmarem que a busca por padrões estéticos estabelecidos causavam a autorejeição. No entanto, com o aprimoramento de técnicas e difusão da rinoplastia percebeu-se que essa cirurgia atende as mesmas demandas daquelas realizadas em outras etnias, como brancos, asiáticos e outras.

Por fim, uma pesquisa realizada pelo Ambulatório de Rinoplastia do Hospital São Paulo demonstrou que a rinoplastia para nariz negroide está associada com uma melhora da autoestima nos pacientes submetidos ao procedimento, assim como um maior interesse pela vida, causando melhorias reais para esses indivíduos.

Dado ao sucesso do procedimento é importante que antes de se submeter a uma cirurgia, os pacientes saibam quais as particularidades do nariz negróide e como é realizada a rinoplastia.

Como é a rinoplastia para nariz negroide?

O processo de rinoplastia tem início com a avaliação das características do nariz. Essa etapa é imprescindível para determinar qual a extensão das alterações que podem ser realizadas, quais os principais desafios da cirurgia e qual a conduta ideal para o caso.

O objetivo do cirurgião plástico deve sempre ser o de modificar o nariz do paciente respeitando os desejos pessoais dele, mas também promover um nariz harmonioso com o restante da face, de forma a considerar as particularidades da etnia ao definir quais mudanças serão feitas. Entre as características mais comuns em narizes negroides estão:

  • dorso baixo;
  • pele muito espessa;
  • base nasal larga, com narinas grandes;
  • cartilagens largas e fracas;
  • ponta arredondada e com pouca projeção.

Após avaliar quais desses atributos estão presentes no paciente e quais os objetivos dele com a rinoplastia, o cirurgião plástico deverá analisar quais mudanças podem ser realizadas na cirurgia. Entre as possibilidades estão:

  • redução das asas nasais;
  • mudanças na projeção da ponta;
  • aumento do dorso nasal;
  • afinamento da ponta etc.

O procedimento é realizado com o paciente submetido à anestesia geral. O médico vai realizar incisões, normalmente, na base das asas nasais, sendo que a técnica usada costuma ser a de rinoplastia aberta, por permitir melhor visão das estruturas nasais e também ser mais indicada quando são realizadas alterações mais extensas no nariz.

Devido à cartilagem nasal ser, geralmente, fraca em casos de nariz negróide, o cirurgião plástico pode precisar de cartilagem autóloga, normalmente extraída da orelha ou costela do próprio paciente.

Para alteração da projeção da ponta, normalmente, são usados enxertos de cartilagem septal para sustentação, e também para definição. Caso o paciente almeje o aumento do dorso nasal, pode ser usada cartilagem do septo nasal, da orelha ou costela, com diferentes técnicas.

Uma vez que a pele nasal é mais grossa em narizes negróides é recorrente que a cicatrização seja um pouco mais lenta, entretanto, realizando o procedimento com um profissional confiável, as cicatrizes são bastante imperceptíveis.

Caso esteja interessado em uma rinoplastia para nariz negróide procure um cirurgião plástico de confiança e que compreenda as particularidades deste tipo de nariz para que o resultado obtido seja mais natural e harmônico com o restante da face.

Lipoenxertia facial – como funciona o preenchimento com gordura?

Lipoenxertia facial – como funciona o preenchimento com gordura?

O envelhecimento natural provoca a atrofia e flacidez de músculos, pele e gordura, além de remodelamento ósseo, afetando bastante o rosto com surgimento de linhas de expressão e perda de volume da face, aumentando a ocorrência de marcas e sulcos. A lipoenxertia facial tem como objetivo amenizar essa aparência envelhecida, proporcionando rejuvenescimento aos pacientes que se submetem ao procedimento.

Também chamada de preenchimento facial com gordura autóloga, a técnica devolve o volume facial, como nas maças do rosto e região palpebral, além de rejuvenescer a pele devido aos benefícios promovidos pelas células-tronco do enxerto que produzem novas células para a pele.

A técnica, portanto, tem grandes benefícios estéticos, sendo necessário saber como ela é realizada para garantir a segurança do paciente durante o procedimento.

Como funciona a lipoenxertia facial?

A lipoenxertia facial consiste no uso de gordura do próprio paciente para o enxerto na face que dará volume e melhoria na aparência e qualidade dos tecidos. Esta gordura é extraída através de uma pequena lipoaspiração.

A lipoaspiração é realizada através do uso de cânulas e seringas que chegam até o tecido adiposo, camada que fica abaixo da pele, e a gordura localizada é aspirada usando um sistema de vácuo. O paciente pode optar por associar a lipoenxertia facial com uma lipoaspiração completa ou então extrair apenas a gordura necessária para o procedimento na face.

Nesses casos é comum que a lipoaspiração seja realizada na região abdominal usando a cicatriz umbilical como acesso. O especialista usará anestesia local ou tópica para amenizar os desconfortos relacionados com o procedimento. Caso o paciente opte por uma lipoaspiração completa, a técnica é um pouco mais complexa, exigindo em alguns casos anestesia geral e considerando também as expectativas do paciente para definir de quais áreas a gordura localizada será extraída.

Posteriormente, a gordura aspirada é tratada para obtenção apenas da fração ideal para a enxertia. Após ser devidamente limpa, a gordura é aplicada com auxílio de finas seringas nos pontos de aplicação definidos pelo cirurgião plástico responsável. Esses pontos são resultado de um estudo prévio no qual o especialista analisa os objetivos do paciente com o enxerto e a anatomia facial dele, obtendo os locais exatos nos quais o material deve ser aplicado.

Para obter resultados mais satisfatórios com a lipoenxertia facial é essencial que o paciente conte com um cirurgião plástico de confiança. Apesar de ser bastante seguro e a recuperação não apresentar dificuldades, o conhecimento técnico do especialista sobre os procedimentos de lipoaspiração e enxerto deve ser amplo, visto que as duas técnicas serão usadas durante a cirurgia plástica. Assim, o paciente alcança um resultado mais satisfatório e com mais segurança.

Seguir as indicações médicas relacionadas com o pós-operatório também é relevante para melhorar os resultados obtidos. Devido ao uso da gordura do próprio corpo não há riscos de rejeição pelo organismo.

No procedimento de lipoenxertia facial, entre 30% e 50% da gordura aplicada na face é reabsorvida pelo organismo, sendo que o restante é permanente na região beneficiada.

O que é columela pendente e quais técnicas podem resolver esse problema?

O que é columela pendente e quais técnicas podem resolver esse problema?

A columela pendente é uma condição na qual ocorre uma acentuação da curvatura da borda caudal da columela, tecido localizado entre as narinas, o que causa a exposição da pele do septo membranoso do nariz, incomodando bastante as pessoas afetadas por essa característica.

Apesar do nome ser pouco conhecido, a condição afeta muitas pessoas que ao procurarem por um cirurgião plástico são informadas que se trata de uma ocorrência comum entre homens e mulheres, sendo que o incomodo maior se dá na vista de perfil, pela exposição maior das narinas.

O tamanho excessivo da columela pode ser revertido por meio de uma cirurgia plástica do nariz. Também é importante ressaltar que, quando a rinoplastia primária é realizada de forma indevida ou sem conhecimento técnico suficiente por parte do cirurgião plástico, uma das consequências do procedimento pode ser esta curvatura indesejada da columela.

Dessa forma, a escolha do cirurgião plástico deve levar em consideração a experiência prévia do profissional com procedimentos estéticos nasais de forma que não ocorra uma sequela indesejada a partir da cirurgia.

Quais as técnicas para tratar a columela pendente ?

Assim como outras imperfeições nasais, a columela pendente também pode ser revertida com a realização de uma rinoplastia. Nessa cirurgia estética o objetivo é reduzir a projeção inferior da columela, de forma que as narinas fiquem menos expostas. A redução é realizada por meio da aproximação das cartilagens da ponta, e da pele em excesso, ao septo caudal .

O objetivo é dar às narinas um formato elípitico, sobretudo no perfil, balanceando a columela com a asa nasal.

A avaliação do especialista, portanto, analisa quais as expectativas do paciente, e as possibilidades técnicas para correção desta alteração, mantendo um resultado natural e belo ao nariz.

Dessa forma, a realização da rinoplastia com o objetivo de reduzir a columela pendente, proporcionando um aspecto mais harmônico no rosto é totalmente possível e possibilitará um resultado mais satisfatório para o paciente.

Além da columela pendente, que é o tamanho excessivo da região entre narinas, também são recorrentes os casos de columela retraída, que corresponde ao oposto, em que ela é menos exposta do que o padrão estético comum. O ideal é conversar com o cirurgião plástico e informá-lo sobre todas as insatisfações estéticas com o nariz de forma que tanto a columela quanto outras imperfeições nasais possam ser corrigidas na mesma rinoplastia.

Dorso nasal – como o cirurgião plástico corrige esse problema?

Dorso nasal – como o cirurgião plástico corrige esse problema?

O nariz é uma estrutura central na face, sendo que a desarmonia desse fator com os demais podem causar constrangimentos e insatisfação com a fisionomia facial. O dorso nasal, por exemplo, está entre as características nasais que os pacientes mais desejam alterar.

O dorso nasal é, na verdade, parte da estrutura do nariz e é formado por diferentes componentes, são eles:

  • osso nasal;
  • cartilagens laterais;

Entretanto, quando se fala em dorso nasal como um problema, normalmente está referindo-se a sobressalência do osso nasal e cartilagens, proporcionando um nariz com tamanho grande, sobretudo no perfil. As rinoplastias realizadas no dorso têm, geralmente, o objetivo de reduzi-lo, proporcionando um aspecto mais harmonioso com o restante da face. Entretanto, também existem casos nos quais o paciente deseja aumentar o dorso, prezando pela simetria facial.

Para que seja possível realizar o procedimento estético com esse objetivo é necessário procurar por um cirurgião plástico devidamente registrado na Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP), visando garantir o profissionalismo e formação adequada do especialista.

Como o cirurgião plástico resolve o problema do dorso nasal?

A cirurgia plástica do nariz, chamada de rinoplastia, é o procedimento adequado quando o objetivo é realizar alterações funcionais ou estéticas no nariz. Entre as demandas funcionais que podem ser atendidas estão a correção do desvio de septo e também a hipertrofia dos cornetos.

Quando se fala em mudanças estéticas podem ser atendidas diversas necessidades, como reduzir ou aumentar o tamanho do nariz, melhorar o formato da ponta, diminuir as asas nasais, corrigir columela pendente, entre outras situações.

No caso do dorso nasal sobressalente o cirurgião plástico fará a extração do excesso de cartilagem e de osso, sendo que nesses casos é  comum também ser necessário realizar a fratura dos ossos nasais. Ainda que a técnica usada possa ser aberta (exorrinoplastia) ou fechada (endorrinoplastia) é bastante comum que os profissionais optem pela primeira.

A rinoplastia aberta inclui incisões externas para que seja feita uma abertura no nariz de forma que as estruturas fiquem mais visíveis para o cirurgião plástico para que ele possa manipulá-las com mais facilidade. Dessa forma, a cirurgia para correção do dorso nasal costuma ser realizada com a técnica aberta, garantindo melhores chances de um resultado mais alinhado com as expectativas do paciente.

Rinoplastias que incluem a fratura do osso nasal podem causar mais inchaço e roxidão na área, pois inclui um tipo de procedimento pouco mais agressivo. Entretanto, esta técnica impacta positivamente nos resultados, fazendo com que o nariz fique mais fino e delicado.

Para que a rinoplastia para correção do dorso nasal seja bem sucedida é importante que o paciente tenha um pré-operatório adequado, o que inclui a realização de alguns exames. Muitas vezes é solicitado um exame de imagem para melhor visualização das estruturas nasais que serão removidas ou alteradas durante a cirurgia.

A cirurgia plástica do nariz para alteração do dorso nasal é realizada preferivelmente sob anestesia geral, com maior segurança para o paciente e equipe médica. A cicatrização da rinoplastia é um pouco lenta, sendo que o resultado final pode ser observado entre seis meses e um ano após o procedimento. O acompanhamento pós-operatório com o cirurgião plástico é essencial para garantir melhores resultados.