Tel: (11) 5093-3921 / (11) 96445-1045
Facebook do Dr. Paolo Linkedin do Dr. Paolo Instagram do Dr. Paolo Twitter do Dr. Paolo Canal do Youtube do Dr. Paolo

Entenda como funciona a anatomia cirúrgica do nariz

Entenda como funciona a anatomia cirúrgica do nariz

A cirurgia de rinoplastia é realizada com o objetivo de alterar aspectos estéticos do nariz. Com o procedimento, imperfeições ou insatisfações do paciente podem ser corrigidas, proporcionando uma aparência mais satisfatória, sem perda da harmonia e naturalidade da face.

A cirurgia plástica do nariz é de grande complexidade, sendo imprescindível que seja realizada por um cirurgião plástico membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP), o que garante que o profissional tem experiência na área e conhecimentos necessários sobre a anatomia do nariz.

É devido aos diversos componentes da estrutura nasal que a rinoplastia é uma cirurgia tão complexa. Além desse fator, uma cirurgia não conduzida por um profissional qualificado pode resultar em complicações na respiração do paciente, o que faz da escolha do médico determinante no sucesso do procedimento.

Como é a anatomia cirúrgica do nariz?

O cirurgião plástico poderá solicitar exames de imagem antes da realização da rinoplastia, o que permite visualizar com bastante precisão a anatomia cirúrgica do nariz. Com esse exame em mãos, o profissional consegue identificar imperfeições estruturais, além de conhecer melhor as características internas do nariz podendo estudar as particularidades do caso antes da cirurgia.

O nariz é estruturado por duas partes, uma óssea e outra cartilaginosa. A parte óssea é composta por:

  • ossos próprios nasais;
  • processo nasal do osso frontal;
  • processo frontal do osso maxilar;
  • ossos vômer e etimóide.

Já a região cartilaginosa é composta por cartilagem alares, cartilagens triangulares e cartilagem septal. Há ainda o revestimento nasal. Ele é formado por uma camada muscular, tecido gorduroso, mucosa nasal na área interna e pele, na externa.

Na área interna existem duas cavidades nasais divididas pelo septo nasal. O próprio septo é formato por ossos, na parte posterior, e cartilagem, na parte mais anterior.

As paredes laterais das cavidades são formadas pelos cornetos. São três cornetos em cada cavidade nasal, sendo superior, médio e inferior. As obstruções nasais, normalmente, estão associadas à atividade do corneto inferior.

Como a anatomia do nariz influencia na rinoplastia?

A aparência nasal nada mais é do que a exteriorização da anatomia do nariz e da inter-relação de suas estruturas.  Portanto, a anatomia dos ossos, das cartilagens e da pele é que vão dar o resultado estético para cada um. Em outras palavras, a anatomia é o resultado.

A partir das características de cada paciente, o cirurgião deve elaborar um plano operatório afim de atingir um resultado esteticamente belo. Este plano envolve as técnicas que serão utilizadas, dentre as dezenas existentes para cada região do nariz.

Cada nariz tem suas próprias características de pele, cartilagem e ossos e, portanto, cada cirurgia deve ser “personalizada” para atingir o melhor resultado possível para aquela pessoa. As técnicas permitem moldar, reforçar, enfraquecer, aumentar e diminuir as estruturas, mas nunca substituí-las por de outras pessoas.

É deste conceito que surge uma importante lição da rinoplastia : cada paciente poderá ter o melhor nariz para si mesmo, e não o nariz de outra pessoa. Isto porque não é possível substituir o fundamental : a genética de cada um.

Um profissional experiente consegue lidar melhor com condições anatômicas desfavoráveis, como aquelas relacionadas com uma estrutura nasal fraca. Essa situação é bastante recorrente em casos de rinoplastia secundária, na qual já houve uma cirurgia prévia que não apresentou os resultados esperados, e os tecidos estão mais fragilizados pela manipulação prévia.

Portanto, antes de submeter-se a uma rinoplastia, é importante conversar com o cirurgião plástico responsável sobre as condições da estrutura nasal e se a anatomia do nariz é favorável para a realização do procedimento como desejado.