Tel: (11) 5093-3921 / (11) 96445-1045
Facebook do Dr. Paolo Linkedin do Dr. Paolo Instagram do Dr. Paolo Twitter do Dr. Paolo Canal do Youtube do Dr. Paolo

Rinoplastia

A Rinoplastia está indicada para qualquer paciente, a partir dos 15 anos de idade, que apresente insatisfações com a aparência do nariz ou com a parte funcional.

Saiba Mais

Cirurgia de Enxaqueca

A Cirurgia para Enxaqueca é pouco invasiva e tem o objetivo de descomprimir e liberar os ramos do nervos trigêmeo e occipital envolvidos nos pontos de dor.
Saiba Mais

Ritidoplastia

A Ritidoplastia, também conhecida como Lifting Facial, é realizada para corrigir o envelhecimento facial. Devido a isso, é, atualmente, um dos procedimentos mais procurados.
Saiba Mais

Sobre o Dr. Paolo

Desde o início de sua trajetória escolar, o cirurgião plástico Dr. Paolo sempre teve em mente a importância de estar nos principais centros formadores do país, com o objetivo de obter a melhor formação possível para exercer sua profissão. Foi assim que foi aprovado nos concursos para Medicina, Cirurgia Geral e Cirurgia Plástica, todos na Escola Paulista de Medicina / UNIFESP. A escolha pela especialidade de Cirurgia Plástica foi feita ao final do curso de medicina, após se identificar com os detalhes, a harmonia e o perfeccionismo que envolvem estes tipos de cirurgias. Durante sua Residência em Cirurgia Geral (2008-2010) foi presenteado pelo Diploma de Mérito na frequência das atividades. Foi ao longo do segundo ano da residência que decidiu então realizar o Mestrado, sendo orientado pela Prof.a Dra. Lydia Masako Ferreira, titular da Disciplina. Entre 2014 e 2017 o cirurgião plástico Dr Paolo realizou 5 estágios em Cleveland, nos EUA, na University Hospitals, para se aprimorar em Rinoplastia. Foi quando entrou em contato e aprendeu também as Cirurgias de Enxaqueca, criadas e desenvolvidas neste centro, pelo Dr Bahman Guyuron. Trata-se de uma subespecialidade da cirurgia plástica, desde o ano 2000, com forte embasamento científico, e realizada por diversos grupos nos EUA e em outros países do mundo. Com sacrifício extra, conseguiu associar as atividades da residência com as do Mestrado, e concluí-lo no ano de 2013.

Últimos Posts

Principais causas e sintomas do desvio de septo

O desvio de septo é uma condição na qual a cartilagem, osso e mucosa que dividem as partes do nariz não se encontram centralizadas, pendendo para o lado esquerdo ou direito, dependendo do caso. Conhecer quais as causas e, principalmente, os sintomas do desvio de septo é fundamental para iniciar o tratamento adequado.

Inicialmente é preciso destacar que quase 80% das pessoas têm algum nível de desvio de septo, sendo que muitas vezes a condição não está relacionada com uma dificuldade maior para respirar. Assim, apenas casos mais graves exigem um tratamento específico para a condição. Veja a seguir quais as causas e sintomas.

Quais as causas do desvio de septo?

O desvio de septo pode ser causado por diferentes situações a que a pessoa é exposta ao longo da vida, portanto, ele pode surgir em diferentes momentos e com intensidades distintas. A condição também pode ser causada por predisposição genética, ou seja, quando algum membro da família também possui o desvio. Também é possível que a pessoa já nasça com a condição acarretada pelo desenvolvimento embrionário.

Outras situações que estão relacionadas com o aparecimento do desvio de septo são traumas que podem ser sofridos na face, principalmente se eles ocorrem na infância que é quando o desenvolvimento nasal ainda está ocorrendo. Entre esses traumas destacam-se:

  • quedas;
  • batidas durante a prática esportiva;
  • acidentes de automóveis;
  • choque;
  • trauma por objetos, etc.

Caso alguma dessas situações anteceda o surgimento de sintomas do desvio de septo pode-se procurar por um cirurgião plástico para verificar se houve o surgimento ou agravamento do quadro devido um dos traumas associados. Para tal, entretanto, é preciso saber como identificar o desvio de septo.

Quais os sintomas do desvio de septo?

Em muitos casos, o desvio de septo apresenta-se como assintomático, ou seja, o paciente não percebe alterações respiratórias que justifiquem procurar um médico. Isso se deve porque as fossas nasais podem ter tamanhos diferentes, mas não prejudicar a respiração ou, simplesmente pelo fato de a pessoa ter sempre respirado daquela forma e não saber que pode melhorar tratando o desvio. Os sintomas do desvio de septo estão, normalmente, relacionados com quando a condição apresenta um grau elevado de obstrução nasal o que dificulta a respiração. Os principais sintomas são:

  • retenção das secreções, com entupimento de uma das partes do nariz;
  • rinossinusite crônica;
  • apnéia do sono;
  • roncos e ruídos ao dormir;
  • cansaço devido a maior dificuldade para respirar;
  • dores de cabeça e na face;
  • sintomas de enxaqueca rinogênica;
  • sangramentos causados pelo ressecamento nasal.

Um ou mais desses sintomas pode significar que a pessoa tem desvio de septo e também que a condição é mais grave a ponto de provocar sintomas e dificultar a respiração no dia a dia.

O tratamento para desvio de septo consiste, normalmente, na septoplastia, cirurgia realizada com o objetivo de corrigir o desvio e melhorar a obstrução nasal, amenizando ou mesmo eliminando os sintomas. No entanto, apenas um médico poderá indicar se esse procedimento é o mais adequado, visto que rinites alérgicas também são causas frequentes de obstrução nasal.

Também pode ser necessário fazer a correção do desvio de septo quando o paciente pretende fazer uma rinoplastia. Essa indicação, no entanto, só pode ser feita pelo cirurgião plástico que vai avaliar o caso. Se identificar os sintomas do desvio de septo, procure um especialista.

O que é a hipertrofia de cornetos?

O corpo humano funciona como uma máquina e, qualquer irregularidade, por mais simples que pareça, pode prejudicar um funcionamento apropriado, causando desconfortos e, inclusive, dores. A hipertrofia de cornetos, por exemplo, é uma condição pouco falada, mas que pode causar diversos prejuízos aos pacientes acometidos por esse problema.

Inicialmente é necessário entender qual a função dos cornetos, também chamados de conchas nasais ou, popularmente, “carne esponjosa”. A estrutura nasal é composta por três cornetos de cada lado, o superior, médio e inferior. Essas estruturas formadas por mucosa, tecido esponjoso e osso são responsáveis por umidificar e aquecer o ar inspirado pelas narinas para que ele chegue quente e úmido aos pulmões.

Quando funcionam adequadamente essas barreiras não apresentam nenhum prejuízo para a respiração, pelo contrário, proporcionam uma respiração mais adequada.

A hipertrofia dos cornetos ocorre quando essas estruturas apresentam um tamanho aumentado e incompatível com um bom funcionamento nasal. Nesses casos, o tamanho do corneto inferior costuma ser o que mais afeta a respiração do paciente, que pode sentir a função respiratória obstruída.

A hipertrofia de cornetos também pode estar relacionada a outras ocorrências funcionais da estrutura nasal, como desvio de septo, rinite alérgica e outras condições que podem agravar o quadro e deixar a respiração ainda mais dificultada.

Qual o tratamento para hipertrofia de cornetos?

O primeiro passo quando identificada uma obstrução nasal persistente é procurar um médico que possa diagnosticar o problema e indicar se o paciente sofre de hipertrofia de cornetos, de fato. Essa etapa é essencial para que se indique o tratamento adequado, que pode ser cirúrgico ou não. Conheça algumas opções de tratamento para a condição:

  • tratamento clínico: esse tipo de recurso é indicado quando a hipertrofia de cornetos está relacionada com uma rinite alérgica que aumenta a obstrução nasal. Nesses casos, o médico poderá prescrever medicações que sejam suficientes para amenizar os sintomas e assim promover uma diminuição dos cornetos, melhorando a obstrução das vias e também a rinite;
  • cauterização dos cornetos: esse procedimento cirúrgico é normalmente associado a uma rinoplastia estética ou a rinosseptoplastia e é indicada para casos leves e moderados de obstrução. Nele é realizada a cauterização elétrica do corneto, fazendo com que ele diminua de tamanho e libere novamente a respiração;
  • ressecção parcial dos cornetos: essa técnica também pode ser realizada juntamente com a rinoplastia ou rinosseptoplastia e consiste na retirada parcial da parte aumentada dos cornetos, desobstruindo a respiração. É indicada para casos moderados e graves da condição e, quando realizada sozinha, chama-se turbinoplastia ou turbinectomia parcial;
  • tratamento do desvio de septo nasal: em alguns casos a hipertrofia de cornetos é provocada também pelo desvio de septo nasal, sendo que o corneto aumenta do lado oposto ao desvio. Entretanto, se a hipertrofia for muito grave, a correção do desvio de septo deve ser associada à ressecção parcial dos cornetos, para uma melhora respiratória adequada.

Entender o que é a hipertrofia de cornetos é um passo importante para que seja definida a conduta adequada para o caso, pois poderá haver diferentes tratamentos se a condição estiver associada com a rinite alérgica ou com o desvio de septo, por exemplo.

O ideal é que o paciente procure auxílio especializado para determinar a gravidade da hipertrofia de cornetos e o tratamento mais adequado. Importante ressaltar que o procedimento para correção dessa condição pode ser associado à rinoplastia estética, de forma que o paciente possa fazer mudanças estéticas e funcionais no nariz sendo submetido a uma única cirurgia. Converse com um cirurgião plástico sobre essa possibilidade.

Enxaqueca crônica – mitos e verdades

Muitos portadores de Migranea pesquisam sobre a condição que os afeta e acabam confusos com diversos mitos da enxaqueca crônica que dificultam entender o que realmente é verdade sobre essa condição, como ela pode ser diagnosticada e tratada.

Identificamos diferentes verdades e mitos sobre a enxaqueca crônica e preparamos uma lista com as principais informações sobre essa condição. Confira!

Mitos da enxaqueca crônica

Conheça cinco mitos da enxaqueca crônica e descubra o que é verdade ou não sobre essa doença que atinge milhões de pessoas no mundo.

Dor de cabeça crônica pode ser sintoma de tumor ou aneurisma cerebral: MITO

Pacientes que têm dor de cabeça crônica há muitos anos e com dor intensa podem ter receio de que ela seja um sintoma de um tumor ou aneurisma cerebral. No entanto, isso não ocorre. Caso o paciente esteja de fato com um aneurisma ou tumor, ainda que os sintomas iniciais possam sugerir enxaquecas, é provável que em poucas semanas surjam outros sintomas neurológicos.

Crianças não sofrem com a enxaqueca: MITO

Apesar de muitas pessoas acreditarem que a enxaqueca é um problema que afeta apenas adultos, estima-se que entre 4% e 8% das crianças sofram com essa doença. Ela costuma aparecer aos 5 anos, em média, e desaparece espontaneamente na puberdade em 40% dos casos.

Enxaqueca crônica não tem tratamento: MITO

A enxaqueca possui diversos tipos de tratamento que permitem reduzir a quantidade e intensidade das crises, como medicamentoso, alternativo, com toxina botulínica ou cirurgia para enxaqueca. Apenas um médico especialista pode prescrever o tratamento mais adequado para o paciente.

Pode-se tomar analgésicos para cefaléia sem indicação médica: MITO

Apesar de muitos medicamentos para amenizar crises de cefaleia consistirem em analgésicos simples, a prescrição deve ser realizada por um médico, uma vez que a automedicação pode agravar o quadro, tornando as dores mais intensas e frequentes.

A toxina botulínica A cura a enxaqueca crônica: MITO

Diferentemente do que muitos pacientes acreditam, a aplicação de toxina botulínica. A pode auxiliar na prevenção de crises e redução da intensidade, no entanto, esse tratamento não é capaz de tratar permanentemente a doença, e ainda deve ser repetido de 3 em 3 meses.

Verdades da enxaqueca crônica

Conheça agora algumas verdades sobre a enxaqueca crônica e melhore sua qualidade de vida tomando algumas precauções básicas, mas eficientes sobre a doença.

Quem dorme mal tem mais chances de ter o problema: VERDADE

A qualidade do sono é um aspecto muito importante para quem sofre de enxaqueca crônica. Assim, evite dormir muito mais ou menos do que o normal, ainda que precise dormir um pouco menos nos finais de semana. Horas regulares de sono todos os dias são essenciais.

Alimentos podem desencadear crises: VERDADE

Determinados tipos de alimentos como chocolate, queijo, frituras, embutidos, vinhos e outros podem provocar as crises, dependendo do quadro do paciente. Portanto, reduza o consumo desses itens quando possível.

Mulheres são mais acometidas pela enxaqueca crônica: VERDADE

Ainda que muitas causas da enxaqueca não sejam claras, as mulheres têm mais propensão a desenvolver o tipo crônico da doença. A OMS estima que 20% das mulheres no Brasil tenham a doença, enquanto a margem masculina é entre 5% e 10%.

A enxaqueca pode ser genética: VERDADE

Pesquisas indicam que a enxaqueca pode sim ser uma ocorrência hereditária e dessa forma, herdada de pais para filhos. Caso a doença afete seus pais e você comece a sentir os sintomas, procure um médico.

Hábitos saudáveis melhoram os sintomas da enxaqueca crônica: VERDADE

Muitos gatilhos de crises de enxaqueca estão diretamente relacionados com hábitos ruins, dessa forma, ter qualidade na alimentação, horas de sono e atividades físicas ajuda a minimizar as ocorrências da doença.

Agora que você já conhece essas verdades e mitos da enxaqueca crônica, procure um médico de confiança para iniciar o tratamento mais adequado para o seu caso.

Agende sua Consulta

Preencha o formulário ao lado para agendar a sua consulta com o cirurgião plástico Dr. Paolo Rubez. Em breve entraremos em contato para confirmar.